
As campanhas dos senadores eleitos nas eleições de outubro arrecadaram, juntas, mais de R$ 220 milhões, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O prazo final para os candidatos entregarem a prestação de contas à Justiça Eleitoral terminou às 19h desta terça-feira (2). Dos 54 eleitos para o Senado, o sistema do TSE não registra a prestação de contas de Gilvam Borges (PMDB-AP). Segundo informou o Tribunal Regional Eleitoral do Amapá, a prestação de contas do senador foi entregue no prazo, mas o CD que continha as informações apresentou defeito. Um novo CD foi entregue, mas os dados ainda não foram processados, de acordo com o TRE.
Quem mais arrecadou na campanha foi o petista Lindberg Farias, eleito para o Senado pelo Rio de Janeiro. Ele registrou receitas de R$ 14,014 milhões. O ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves foi o segundo que mais arrecadou: R$ 11,97 milhões.
Os dez que mais arrecadaram receberam metade de todo o valor recebido por todos os senadores eleitos. Eles foram responsáveis por receitas de quase R$ 100 milhões.
A senadora eleita pelo Pará, Marinor Brito (PSOL), foi a que menos recebeu na campanha: R$ 53 mil. Depois, vem o ex-governador do Acre Jorge Viana (PT), que declarou receitas de R$ 54 mil.
As construtoras são as doadoras que aparecem com mais frequência nas prestações de contas dos senadores eleitos. Os partidos e outros candidatos também figuram na maioria das prestações de contas como doadores.
Fonte Globo.com
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