
Para Marco Antonio Melo, chefe de análise e pesquisa da corretora, os fundamentos das empresas em bolsa balizam fortemente a certeza do valor das ações no tempo. "O cerne da questão para o cenário de 2011 continua a ser a enorme capacidade de crescimento dos lucros corporativos associados à uma corrente de elevada governança, liquidez e maior transparência", explica em relatório.
A análise da corretora destaca que o Brasil ocupa a segunda posição entre os emergentes com as melhores margens Ebitda (relação entre geração de caixa e receita líquida, ou seja, elevada margem operacional), tem pagamento elevado de dividendos e uma relativa baixa alavancagem. Tal situação, segundo Melo, permite margem de manobra favorável no caso de cenário de aumento de aumento no custo de capital internacional.
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